O anúncio inicial eram de mil vagas mais cadastro de reserva. O concurso que esta previsto inicialmente para este ano, foi adiado devido o tribunal ter ultrapassado o limite da lei de Responsabilidade Fiscal.
O “concurso tj-ba” garante estabilidade, através do regime estatutário, e remunerações iniciais podem chegar a R$4.572 (técnico) e R$7.130 (analista), caso o projeto que equipara o regime jurídico do Poder Judiciário Estadual ao Federal, for aprovado em congresso. Os cargos devem envolver áreas de Arquitetura, Engenharia, Economia, Contabilidade, Administração e Apoio Administrativo.
De acordo com o Decreto nº273 O Instituto Pedro Ribeiro de Administração Judiciário (Ipraj) foi extinta, assim todos os bens serão revertidos para o Tribunal de Justiça, assim como os 504 concursados que faziam parte do Ipraj.
Para quem pretende iniciar os estudos, segue o edital do concurso de 2006.
4 mil de salário? Quando. Atualmente são 1300 + 270 + 400 = +- 2000 – Previdência – IR
Pura mentira isso
Otto,
talvez tenha passado despercebido no texto: “remunerações iniciais podem chegar a R$4.572 (técnico) e R$7.130 (analista), caso o projeto que equipara o regime jurídico do Poder Judiciário Estadual ao Federal, for aprovado em congresso” Se o regime jurídico do poder judiciário estadual equiparar ao federal, ambas as categorias terão o mesmo salário. De fato, o salário hoje é próximo de R$2.000 como você citou, mas caso o projeto seja aprovado a remuneração será de R$4.572 para técnico.
Abs
Acho não podemos estudar baseado no edital de 2006, pois conforme materia o concurso para tecnico e analista, será que o ideal é estudar pela edital dos ultimo editais de outros estados? em São Paulo a vunesp que aplica a prova. Quem deve aplicar a prova na Bahia? estes questionamento facilitara o inicio dos meus estudos.
Grato,
Luciano, na Bahia quem aplica a prova é a CESPE, que por sinal aplica um método bem mais difícil do que a VUNESP. Fiz a prova para escrevente judiciário aqui em SP esse ano, não foi muito difícil, consegui nota 8. Dá pra estudar pelo edital anterior, sempre muda algum assunto mas a maioria são iguais. ABC
rapaz…quem não conhece a situação do TJ da Bahia que fique se iludindo…
DUVIDO que alguém saia dos seus respectivos estados para vir pra cá, ganhar 2 mil por mês. Quanto aos cargos comissionados, vocês já ouviram falar em CARGO COMISSIONADO? tsc, tsc, tsc…o TJ BA se não for o pior está entre os 5 piores do país!!
ops…quis dizer: *quanto aos cargos de analista
Diante de tudo isso, é bem provável que os servidores do Parquet baiano se manifestem acerca do tema, solicitando a equiparação de seu regime jurídico também; por sinal, tem concurso aberto para esse órgão, quem sabe se esses novos servidores recebam isso como presente já no ano que vem?
E agora .. depois das resoluções da Dilma, esse concurso ainda está de pé??? Até hj não entendi se sim ou não!
Entanto ficamos estudando para o TJ BA, 294 servidores entram pela porta de traz, uma vergolha. Mabel que tinha a razão.
Tenho todos o requisito mais não tenho o principal o QI.
Por meio de decretos judiciários publicados na edição desta segunda-feira (1º/8) do Diário da Justiça Eletrônico, 294 servidores do Tribunal de Justiça estão nomeados para o cargo em comissão de assessor de juiz.
O servidores, todos bacharéis em Direito, foram designados para atuar diretamente nos gabinetes dos magistrados.
Os nomeados da capital e do interior, munidos de original e cópia do diploma, deverão tomar posse, no prazo de 30 dias, na Secretaria Judiciária do TJ, sala 315-S.
O anúncio já havia sido feito pela presidente Telma Britto, durante a Reunião de Trabalho da Magistratura Baiana, realizada em junho, no Bahia Othon Palace.
Clique aqui e veja a relação dos servidores
sobre o TJ BA – Nós temos, infelizmente, o pior Judiciário do Brasil. Isso já foi pauta de debate até no Supremo Tribunal Federal (STF), quando um ministro falou que o Judiciário da Bahia estava ruim e que tinha que melhorar um pouco. Aqui, faltam servidores, material, computadores. E a falta deste concurso vai acarretar um prejuízo ainda maior. Realmente, nosso Judiciário é carente de servidor. Sempre que chegamos em um cartório, há um escrivão responsável e estagiários, os quais não ficam muito tempo. Eles ficam capacitando os estagiários para exercerem a função. Quando esses estão aptos, já está na hora de renovar o contrato e selecionar novos estagiários. Isso dificulta o trabalho em geral. Dificulta para nós, profissionais, que precisamos do andamento normal dos cartórios e do fórum para fazerem os processos andarem, e principalmente o público, em geral. Então, um concurso é de suma relevância, pois estamos carentes de profissionais no Judiciário. Os cartórios estão com poucas pessoas e quem trabalha nos cartórios diz que não tem servidor suficiente, e o concurso, é hoje, a porta de entrada para o serviço público. O concurso tem que acontecer. Essa carência é vista tanto no interior quanto na capital. Este concurso precisa acontecer o mais rápido possível.”
Flávia Pacheco – advogada
“O Judiciário está passando hoje por uma crise muito séria e não somente pelo fato das greves. Advogar na Bahia hoje é algo com bastante dificuldade. Estou vindo do Rio de Janeiro, onde era tudo muito mais acessível, completamente informatizado e com pessoal para trabalhar. Aqui, na Bahia, é totalmente ao contrário. Falta pessoal nos cartórios e, quando tem, são estagiários. Nós que somos advogados ficamos com dificuldades, porque não temos acesso aos processos. Aí, temos que pedir busca. Precisamos de pessoal. São dois pontos: nós precisamos de pessoal para podermos trabalhar, e os próprios serventuários que trabalham estão insatisfeitos com o fato de terem que trabalhar muito mais do que deveriam. Vejo uma carência muito grande no cargo de técnico judiciário, principalmente no interior, apesar que na capital, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está fazendo uma verdadeira revolução no Judiciário baiano, porque ele exige cumprimentos de certas exigências, com base em um Judiciário que não é o nosso. O nosso está em crise. Há necessidade urgente de concurso, não só pelos nossos estudantes que estão se preparando, já que o nosso mercado de trabalho na área jurídica está muito saturado, como também pela carência e necessidade do nosso Judiciário. Ele requer muitos profissionais, pois facilita a vida do advogado e de toda a sociedade. Muitos processos estão parados por falta de pessoal. A própria estrutura física dos fóruns está ultrapassada.”
Carla Sampaio – advogada